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CINZAS

CINZAS

mar 11

As cinzas se espalharam pela via
Entre coros e desvarios
Ficou a retidão da passarela
Agora rua

Passos curtos voltam a trafegar
Largos
Estreitos
Apressados
Sonolentos
Tantos
Mais

Voltou a realidade
Voltou a praça
A banda a passar
Sem fantasias
Só alegorias
A imaginar

2 comentários

  1. Arsenio
    1

    Magna, minha amiga,

    Agora é o enredo do cotidiano, em seu poema que nos remete à sensação do dia-a-dia, sem prejuízo do ritmo e da beleza que toda poesia requer.

    Segue um bate-bola com Murilo Mnedes, seguido do beijo do seu maigo Arsenio

    O ANTEONTEM – não do tempo mas de mim –

    Sorri sem jeito

    E fica nos arredores do que vai acontecer

    Como menino que pela primeira vez põe calça."

  2. Magna Santos
    2

    Arsênio, mais uma vez, obrigada, amigo.
    Brevemente Sementeiras te fará uma surpresinha. Simples como deve ser.
    Abração.
    Magna

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