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SILENCIOSO

SILENCIOSO

jul 01

Liguei para o poeta
Não atendeu.
Silencioso
Como quem escreve uma tese
Que ainda não sabe
Demora a saber…

Só sei que ressuscita de tempos em tempos
Como se nada tivesse acontecido
Ou tudo
Quem sabe?

E volta a inscrever
Seus versos certeiros
Sedutores

Flerta com todas as palavras
Adere
Quando vê uma exclamação
Que não usa
Mas adere

Em nome da vírgula
Da interrogação.

Para Josias de Paula Jr. do Inscritos em Pedra – o nosso Poeta Geó.

2 comentários

  1. Josias Geó de Paula Jr.
    1

    Puxa vida! O que dizer, Magna? Só me resta agradecer pelo carinho e atestar que "essa matuta" (como você gosta de se chamar) percebeu num átimo de segundo o sentido do meu "silêncio".
    Bom, é complicado falar de si próprio e não farei isso, mas o final de teu poema cala profundamente no modo como penso a poesia.
    Mais uma vez obrigado!

  2. Magna Santos
    2

    Que bom que gostou, Geó!
    Beijão pra tu.
    Magna

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