DO NÃO DITO
DO NÃO DITO
jan 26Às vezes me invade este sentimento do mundo…
Calo, querendo falar
Choro, buscando sorrir
Às vezes me invade este sentimento do mundo
Igual ocorre com os poetas…
Doces poetas…
Quando morrem, deixam saudades
Quando vivos
Plantam esperanças
De poeta, sou nada
Sem a mão que me acompanha
Às vezes me invade este sentimento do mundo
E percebo que nada sou
Ou
…
Não me caibo




Maravilha Magna! O GM Edgar estava certíssimo. Comentar o que ? É melhor sentir! E como!
Obrigada, João. E tuas palavras falam também desse não dito, que pra mim é muito.
Abraço, meu amigo.
Magna
Obs.:comentei teu comentário lá no Fusca.
E eu comento o teu comentário no Fusca e dizer o quê do poema? Lindo, belo, harmonioso. Faltam palavras… big abraço. Eita Magna, faltou o… e mais não digo.
E a Tim? Perdi teu número. Liga prá mim kkkkk
Obrigada, meu irmão. Você que tanto também não diz.
O Fusca (No Toitiço) deu o mote, através de tuas postagens sobre Drummond e Quintana e este sentimento indefinível, intenso que às vezes nos assoma.
Abraço.
Magna
Já disse o outro Poeta: “Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo”. E Magda recorre à mão que a acompanha. Mas, na verdade, os Poetas nem das mãos precisam. Basta-lhes o sentimento do mundo. Esse que é indizível. Quem nem os Poetas têm palavras para o exprimir. E aqui está Magna que de tão grandiosa em palavras e em silêncios não cabe em si…
Muitíssimo obrigada, meu amigo Edgar. Quanto a mim, preciso demais dessa mão, desse sentimento, das palavras que saem de mim e de amigos, como você. Falo com o coração que toma emprestado minhas mãos.
Abração.
Magna
De fato, é muita Magna, para tão franzina Magna! E como não cabem nela tanto sentimento, o jeito é explodir em palavras, ou sementes, aqui nessa Sementeiras, essa que frutifica lembranças também de Drummond!
Deixo beijo grande!
Obrigada, Val, pela tua presença sempre tão afetuosa.
Nos encontramos próximo dia 30 no lançamento da 2ª edição do Viagem ao Crepúsculo de Samarone, certo? Estou com saudades de ti e daquela turma boa!
Beijão bem grandão!
Magna
Fico quieto, querendo escrever.
Sua poesia é tão bonita tão penetrante.
Amo vir aqui ler o que escreve.
E tuas palavras, Vítor, são de um sentimento que muito me emociona!
Muito obrigada!
Abraço fraterno.
Magna
Lindo aqui.Alma de Poesia.
xero.
Vão-se os Drummond, os Quintana,os Bandeira, os Vinícius… Levanta-se a Magna e musa antiga continua cantando.
Não é poeta? E daí? Planta esperanças, pois não?
_Beijos.
Magna,
Não sei se é a minha ausência por essas bandas, mas a verdade é que você está botando pra quebrar!
Dimas
Sem saber dizer, sem querer dizer, você diz! Seu sentimento de pequenez é grandioso e nos põe em contato com o lado sagrado da Vida!
Somos pequenos mesmo para sentir o mundo, essa fonte inesgotável e sempre inexplorada de sabores e cores.
Abraço confortável como este seu poema!
Deus te abençoe.