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DO NÃO DITO

DO NÃO DITO

jan 26

Às vezes me invade este sentimento do mundo…
Calo, querendo falar
Choro, buscando sorrir

Às vezes me invade este sentimento do mundo
Igual ocorre com os poetas…
Doces poetas…
Quando morrem, deixam saudades
Quando vivos
Plantam esperanças

De poeta, sou nada
Sem a mão que me acompanha

Às vezes me invade este sentimento do mundo
E percebo que nada sou
Ou

Não me caibo

14 comentários

  1. João Carlos
    1

    Maravilha Magna! O GM Edgar estava certíssimo. Comentar o que ? É melhor sentir! E como!

    • Obrigada, João. E tuas palavras falam também desse não dito, que pra mim é muito.
      Abraço, meu amigo.
      Magna
      Obs.:comentei teu comentário lá no Fusca.

  2. Domingos Sávio
    2

    E eu comento o teu comentário no Fusca e dizer o quê do poema? Lindo, belo, harmonioso. Faltam palavras… big abraço. Eita Magna, faltou o… e mais não digo.
    E a Tim? Perdi teu número. Liga prá mim kkkkk

    • Obrigada, meu irmão. Você que tanto também não diz.
      O Fusca (No Toitiço) deu o mote, através de tuas postagens sobre Drummond e Quintana e este sentimento indefinível, intenso que às vezes nos assoma.
      Abraço.
      Magna

  3. EDGAR MATTOS
    3

    Já disse o outro Poeta: “Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo”. E Magda recorre à mão que a acompanha. Mas, na verdade, os Poetas nem das mãos precisam. Basta-lhes o sentimento do mundo. Esse que é indizível. Quem nem os Poetas têm palavras para o exprimir. E aqui está Magna que de tão grandiosa em palavras e em silêncios não cabe em si…

    • Muitíssimo obrigada, meu amigo Edgar. Quanto a mim, preciso demais dessa mão, desse sentimento, das palavras que saem de mim e de amigos, como você. Falo com o coração que toma emprestado minhas mãos.
      Abração.
      Magna

  4. De fato, é muita Magna, para tão franzina Magna! E como não cabem nela tanto sentimento, o jeito é explodir em palavras, ou sementes, aqui nessa Sementeiras, essa que frutifica lembranças também de Drummond!

    Deixo beijo grande!

    • Obrigada, Val, pela tua presença sempre tão afetuosa.
      Nos encontramos próximo dia 30 no lançamento da 2ª edição do Viagem ao Crepúsculo de Samarone, certo? Estou com saudades de ti e daquela turma boa!
      Beijão bem grandão!
      Magna

  5. Fico quieto, querendo escrever.
    Sua poesia é tão bonita tão penetrante.
    Amo vir aqui ler o que escreve.

    • E tuas palavras, Vítor, são de um sentimento que muito me emociona!
      Muito obrigada!
      Abraço fraterno.
      Magna

  6. Lindo aqui.Alma de Poesia.

    xero.

  7. Vão-se os Drummond, os Quintana,os Bandeira, os Vinícius… Levanta-se a Magna e musa antiga continua cantando.
    Não é poeta? E daí? Planta esperanças, pois não?
    _Beijos.

  8. Magna,

    Não sei se é a minha ausência por essas bandas, mas a verdade é que você está botando pra quebrar!

    Dimas

  9. Sem saber dizer, sem querer dizer, você diz! Seu sentimento de pequenez é grandioso e nos põe em contato com o lado sagrado da Vida!
    Somos pequenos mesmo para sentir o mundo, essa fonte inesgotável e sempre inexplorada de sabores e cores.
    Abraço confortável como este seu poema!
    Deus te abençoe.

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DimasLins