CICLO
CICLO
fev 22Joguei minhas cinzas na rua
Serão levadas pela chuva
A mesma que nutre a terra
Escorre para o rio
Que deságua no mar
As cinzas
Todas lavadas
…
Surgirei como flor
Na imensidão do campo
Pequenina…
Então minhas sementes
Irão pelo vento
Passarinho
…
E deitarão a terra
E voltarão à rua
Para
Enfeitar




Que espetáculo, é a única palavra que me vem agora para dizer da beleza desse poema, e da pessoalidade, ainda ontem escrevi algo sobre cinzas, chuvas, fevereiros… Mas as tuas tantas alegorias para contar de renascimento fez brotar também uma flor em meu peito, a flor da plena admiração por ti (o que nem é mais novidade)!
Um beijo grande de saudades, e precisamos marcar a Ciranda, o retorno do carnaval, e da vida, afinal, terminou fevereiro e a folia momesca, e a vida segue…
E eu já li teu poema e ainda estou a pensar sobre ele. Cinzas diferentes, mas sempre cinzas.
Val, obrigada, mais uma vez, pela tua delicadeza e generosidade desmensuradas.
A admiração é recíproca.
Beijão!
Magna
Obs.:estou no aguardo do chamado de Dimas quanto à Ciranda. Vamos que vamos.
Bela reflexão para uma 4ªfeira de …………cinzas ! Magna é Poesia !
Muito obrigada, meu amigo.
Deus te abençoe!
Abração!
Magna
Linda reflexão !!
Poucas vezes encontro textos e ou poemas que diz tanto ao meu coração.
Fico grata e feliz por ter a oportunidade de visitar seu blog.
Um feliz Domingo beijos na sua alma.
Evanir..
Grata fico eu, Evanir, pelas palavras e tua presença aqui. E também feliz por dizer algo ao teu coração.
Uma semana de paz pra ti e todos os teus.
Beijo.
Magna
Magna,
Que beleza essas cinzas, essa chuva, essas ruas. Esses versos ficaram no ponto. Lindo mesmo!
Dimas
Que bela Magna essa ressurreição de nós mesmos… cinzas sementes e flores. E vc, a sementeira.
Magna, li todos os teus textos, mas escolhi este para comentar. Sem desmerecer os demais, este foi o que mais me impressionou pela ideia do renascimento, que nos inspira a ter atitudes para que as nossas ideias não morram com o nosso fim material. Abraços
Edmilton