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PONTO E VÍRGULA

PONTO E VÍRGULA

abr 22

Não entendo muito de finais.
Me perco – encontro – nas interrogações
Exclamações e reticências que planto no cotidiano
Ano bissexto em que tudo vem mais um
Mais um dia
Para acordar
Dormir
Sonhar
Mais um dia e tantas horas a mais…
24
Números gêmeos no final:
66
E aniversários de quatro em quatro anos
Para alguns

Não falo de finais
Pois acredito que no próximo parágrafo
Mais linhas virão
Sorridentes…
Como um ponto e vírgula.

Para Valda Colares pelas palavras sempre provocativas para mais palavras no seu Canto da Boca.

3 comentários

  1. EDGAR MATTOS
    1

    Magna, há um PONTO que tem tudo a ver com você. Porque você É esse PONTO. Um PONTO de encontro. De convergências. Para você confluem os afetos das amizades sinceras. Você é também outro PONTO: o PONTO de atração da Poesia. Porque um Poeta atrái outros Poetas na razão direta da sua sensibilidade e na razão inversa da sua modéstia em se reconhecer Poeta. Ponto final ( até que outra provocação me permita dizer mais )

    • Já dei a resposta a esta tua generosidade, a qual será publicada em breve, como me pediste.
      No entanto, posso aqui ‘brincar’ contigo, meu amigo Edgar, e dizer que, se sou algum ponto, devo ser aquele…no final da interrogação.
      Muito obrigada, Edgar.
      Abraço.
      Que Deus te abençoe!
      Magna

  2. Magna, Magna, eu também não sei sobre finais, todos eles carregam inexplicações exclamativas!

    Mas sei sentir e ver belezas, como as que tu escreves no Sementeiras e floresce mundo afora, como se fossem “tis”voando feito gaivotas… Polinizando incontáveis alegrias, e gregando amigos.

    Obrigada pelo poema, pelo ofertamento, mas sobretudo, obrigada por você, minha amiga querida!

    Um beijo grande, e espero que esse meu inverno bloguístico passe logo…

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