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CLAMOR

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jun 13

Enquanto a morte

Assombra caretas

A vida

Brinca de esconde-esconde

Com os transeuntes do tempo

 

E uma verdade continua a clamar:

_ Quem se esconde

Adora ser encontrado!

6 comentários

  1. João Carlos
    1

    Eitcha! Basta uma melodia e teremos um clássico da MPB.

  2. EDGAR MATTOS
    2

    O belo e profundo poema de Magna me fez lembrar uns versinhos ingênuos que, para mim, menino, um tio costumava recitar:
    “A morte é certa
    Dela ninguém escapa
    Nem o rei, nem o bispo, nem o papa
    Mas dela escapo eu
    Compro uma panela
    Meto-me dentro dela
    Tapando-a muito bem
    Então a morte passa, e diz:
    Por aqui não há ninguém!”

    • Que maravilha, Edgar! E que tio!!
      Saudade de você, meu amigo. Ontem ía te passar um email, mas não tive oportunidade. Deixei pra hoje e quando chego aqui, vejo você. Valeu demais!
      Abraço.
      Magna

  3. Eu não me escondi do poema, mas ele me pegou na veia!

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