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VERDE

VERDE

jun 20

Das tantas horas do meu dia
Eis que se arrastam
Sem companhia
Os meus pés

O olhar para cima me devolve o flutuar
Alço às copas das árvores
Que me abraçam em túneis
Verdes
A contrastar com o cinza do céu

Nada no puleiro da vida
Nada à mão
Só o tum-tum-tum vai comigo
Anda comigo
Segue

Como eu

7 comentários

  1. EDGAR MATTOS
    1

    Ave, Magna! Magna ave que poderia sobrevoar sobranceira as mazelas pedestres, mas que carrega nas costas o peso da sua ativa solidariedade, que faz bater em fervoroso tum-tum-tum o seu generoso coração; inspirada na verde esperança das matas, se alça, nas asas da Poesia, em busca de céus mais azúis !

    • Às vezes eu tenho a impressão de que estou alçando em ombros alheios. É quando eu leio comentários como este e aí…eu tenho é certeza.
      Obrigada, meu amigo. Você me vê com lentes muito generosas.
      Abraço.
      Magna

  2. João Carlos
    2

    Eita! Edgar diz extamente o que eu queria dizer.Só que o faz bem melhor! Salve! Ave Magna!Irmã caçula!

  3. João Carlos
    3

    Sista Magna, cadê o Tadeu ?

  4. Eu sempre me oxigeno quando entre nesse Canto Verde da Vida. Tudo muda de cor, de sabor, e eu só me deixo levar pelo coração, que fica transbordando, cheio da sua poesia, da sua poética, Magna, e meus olhos riem esperançosos e felizes…

    Um beijão!

    • E o meu coração bate exultante toda vez que posso contar com teu comentário sempre tão doce e tão amigo. Obrigada, Val.
      Beijos.
      Magna

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