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PRISMA

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jul 15

Um arco-íris duplo nasceu diante de mim
Como a me pedir pra parar
Acordar
Lustrar as pupilas
A alma

Resgatada pela ponta do arco-íris
Onde ouro não havia
Esquecendo dos bolsos
Do tempo
Do trânsito
Perante aquele sinal do Ourives

E eu pequenina
A tentar
Parei…
Dois prismas no ar

Sete cores em duplicidade
Não são apenas catorze no final

6 comentários

  1. “Sete cores em duplicidade não são catorze no final”, que bendição! E a nós só resta nos rendermos à poesia da vida, e a multiplicidade das cores e sentires que nos trazes pelo prisma do arco-íris, Magna, que espetáculo!

    • Pois é, Val, bendição, esplendor, foi tudo isso aquela paisagem toda. E, dentre tantas conclusões, uma não poderia deixar de dizer: o Pai Criador é muito criativo!
      Beijão.
      Magna

  2. EDGAR MATTOS
    2

    Nem todos são merecedores de vislumbrar em dobro a ventura de um Arco-Iris, símbolo da paz entre DEUS e as criaturas de boa vontade, assim como MAGNA, especialmente distinguidas por essa banção da Natureza

    • De fato, meu amigo, eu nunca nem sonhara com algo parecido. Agradeço muito a Deus pela oportunidade.
      Abraço.
      Magna

  3. João Carlos
    3

    E mais não digo ! over and over and over…

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