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SIM

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jan 22

Sim, às vezes a poesia morre

Se não, por que renascer?

Às vezes a poesia morre e não custa a andar desAjeITada

Como se acabasse de acordar ainda prenhe de sono…

Tateando paredes de nuvem

Pisando chão de vento.

Ao amigo poeta, o conterrâneo Hérlon Fernandes

2 comentários

  1. Hérlon Fernandes Gomes
    1

    Fico envaidecido pela dedicatória e feliz porque as pontes que criamos, através da mesma poesia que nos une, rende sutilezas nas suas sementes. Sim, a poesia morre, minha amiga, e a gente precisa desse estio, desse silêncio, para recobrar o fôlego e finalmente poder florescer novamente. Agora já é inverno no Cariri, suas raízes devem ter se lembrado disso. É tempo, pois, de germinar.

    • Sim, lembrou. Enquanto é seca lá, difícil ter colheita aqui.
      Vamos ver se a plantação corresponderá ao inverno que promete, ou seria o contrário?
      Abraço!

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