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ISSO…

ISSO…

jul 19

Então é isso… O silêncio calou o eloquente O silêncio quis ser eloquente Mas o ouvido se vestiu de coração E só fez pulsar Pulsar E pulsar… Até o nunca mais acabar   Até o celular tocar Até a luz acender Até o medo correr Até a boca falar Até o soluço cessar Até a mão apertar Até o abraço ocorrer Até o “te amo” dizer Até o beijo...

AUTÔMATO

AUTÔMATO

jun 27

Um gosto de tristeza Me demora na boca Não adianta gargarejo Bocejo Nada mais   Um jeito de tristeza Me demora na boca Silenciando minha língua Dedos Tudo o mais   Um gosto Um jeito Um desacerto… Não respiro mais… O ar apenas entra E sai

RESILIÊNCIA

RESILIÊNCIA

jun 25

Momentos de fotografia colhidos a dedo Dedo que clica e rearruma o desarranjado   Sim, uma sertaneja passeia em terras urbanas Fora do lugar Sim, uma sertaneja mora em terras urbanas Cheias de gente Numa terra prometida há muito tempo atrás (Como convém a um pleonasmo)   Não vou me falar das dores acumuladas, cheiradas Acarinhadas Como a temer não tê-las Quero lembrar as raízes...

NA BRINCADEIRA DO TEMPO…

NA BRINCADEIRA DO TEMPO…

nov 07

Ela encorajava o coração com sonhos tolos Menina…ainda brincava de bonecas, pega pega, enquanto estudava assuntos de muitos. E ele escondia-se atrás… Lá Na última penúltima fila de um colégio que não existe mais. Muita coisa não existe mais. O que se sabe é que o tempo passou… O vento apareceu Trazendo pra perto a memória, nomes, fragmentos, portais de sonhos ao...

PARA ARSENIO…

PARA ARSENIO…

out 18

Hoje é um dia para falar de gratidão. Esta mesma que nutro pelos que tive a oportunidade de conhecer nesta vida. Este espaço verde já me rendeu muitas sementes e uma das mãos que as plantou, várias e várias vezes, foi Arsenio Meira de Vasconcellos Júnior, nosso querido Devorador de Poesia. Com ele, aprendi sobre as palavras generosidade e gentileza. Sem mais poder dizer e hoje,...

SOBRE RAÍZES, SEMENTES E ESPERANÇA

SOBRE RAÍZES, SEMENTES E ESPERANÇA

set 06

Nasci em 1970, quando o sertão do Ceará ardia uma das suas piores secas. A copa ganha, como para adoçar a boca dos que sofriam a ditadura vigente, não podia molhar o meu torrão. Sim, nossa sede era de água e de justiça. Sertanejo nunca foi besta, meu caro. Decerto, sofremos os mandos e desmandos dos coronéis; acreditamos muitas vezes naqueles que prometiam o que Deus parecia esquecer, mas...

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